Palavra estranha, mescla desejo e urgência. Ansiedade, ânsia. Ânsia de vômito, premência de expelir. Ânsia de futuro, o que não existe.
Dia chato pra sentir isso, sábado à noite. Ou o melhor, na noite de hoje é o momento que mais gosto de ficar em casa, sempre é um tempo pra pensar ou deixar a cabeça encostada no travesseiro, os pensamentos pensarem na cabeça, sozinhos.
Meio lexotan às vezes ajuda muito; às vezes e sempre é apenas um paliativo. Como o café também a me ansiar mais ainda.
Desejo, urgência.
Escrever direto no "adm" do Tipos sem antes passar pelo Word é estranho.
Ansiedade não parece olhar pra frente, ansiedade é do passado, é resquício que emerge.
Quanta bobagem. Quanta merda.
Ansiedade, ansiedade.
Uma noite de sono no sábado à noite resolve.
Escrever um texto acadêmico com ansiedade é horrível. O que fazer? Postergar, abreviar, encarar, ser maduro?
Neste texto não, afinal é ansiedade de dizer algo.
Vontade, sublimação.
Apenas sensação, logo passa.
Ansiedade e culpa, culpa e dever, dever e família, família e expectativas, dinheiro e trabalho, trabalho e responsabilidade.
Ansiedade.
Vou trabalhar.
Publicado em 26 de julho de 2008 às 19:11 por miguel