Posicionada a artilharia no front, fôlego e descarga no inimigo. Que usa polaina verde-musgo, não há colapso que resista a um alvo desses. Nem guerra. É só o trote de égua no meio dos mouros, perdida em sua ancestralidade meretriz da península ibérica. Que veio de barco às pulgas e deixou a semente nesse miscigenado ódio que me toma. Que é talvez mais próprio do sangue, dela, português, hispano, quem sabe? Putana? Mas é que estava já em sua raiz o mal, esse contagioso. . . Que tenho que identificar essa chica em fotos fornicadas dans l´internet e mastubar-me com um mouse na mão e a outra. . . Eu que sou canhoto. Que me desconcentra ao trabalhar. Vingo-me trabalhando em sua genealogia, toda uma árvore da qual ela é fruto e semente. Todo um sonho zumbido, meio-lanche na padaria. Esquina de su casa. Que é um barco às pulgas.
Publicado em 16 de março de 2007 às 19:36 por miguel